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A Mamografia pode salvar vidas


Em 11/03/2009 às 12h55

O câncer de mama talvez seja a doença que mais causa arrepios nas mulheres. Também não é para menos, segundo a Estimativa de Incidência de Câncer do Instituto Nacional do Câncer (INCA), só no ano passado 49.400 mulheres devem ter sido acometidas pela neoplasia. Mesmo diante do número crescente de casos a cada ano, ainda há esperança: a mamografia.

O ideal é que ela seja realizada anualmente em mulheres acima dos 35, mas nada impede que as mais novas a façam também, principalmente quando há histórico familiar da doença. Neste caso a prevenção deve começar cedo - assim a doença terá menos chance de acometer a pessoa. 

“O indispensável seria uma consulta médica e a mamografia a partir dos 35 anos de idade. A consulta irá identificar os fatores de risco, mas para os pacientes que tiveram casos da doença na família, especialmente em pessoas de até 25 anos, é importante que essa primeira consulta seja já aos 20 anos.” É o que afirma o cirurgião oncológico e mastologista do Hospital do Câncer de Muriaé, Dr. Wilson Batista.

Segundo divulgado pela Siemens em seu site oficial, “resultados registrados pela American Cancer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente”.

O auto-exame das mamas hoje deixou de ser considerado uma forma de prevenção. Dependendo do tamanho da lesão, nem mesmo o médico especialista consegue perceber em uma apalpação.

No Hospital do Câncer de Muriaé, mulheres de 140 cidades da região têm acesso à mamografia pelo sistema único de saúde – SUS – a única e fundamental atitude é marcar e comparecer ao exame.

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