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Campanha Zero Adornos – 100% saúde dos colaboradores

Menos é Mais, quando Mais é Demais!

24/02/2017 - 16h01m

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Pensando na prevenção a acidentes e riscos de contaminação entre os colaboradores da saúde, nos dias 23 e 24 de fevereiro, o Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella, lançou uma campanha de sensibilização entre seus colaboradores quanto à proibição do uso de adornos por parte dos profissionais da saúde expostos ao risco de contato com agentes biológicos.
A campanha apresentou a personagem Elke Maravilha, lembrada pelo exagero de pulseiras, brincos e colares, a fim de chamar a atenção dos profissionais, e de forma bem-humorada, ressaltar o uso indevido dos chamados "adornos" a fim de motivar a adesão total da categoria. 
A norma de proibição, que entra em vigor no Hospital a partir do dia 1º de março de 2017, não é novidade, desde 2005 foi aprovada a NR 32 pela Portaria nº 485, de 11/11/2005 no seu item 32.2.4.5, letra b, que proíbe o uso de adornos, entre outras coisas.
E o que é considerado adorno segundo a norma regulamentadora?
São considerados adornos: alianças, anéis, pulseiras, relógios de pulso, colares, brincos, broches, piercings expostos, gravatas e crachás pendurados com cordão.
Itens como o relógio para os profissionais de enfermagem muitas vezes é necessário, assim como o óculos para aqueles que possuem alguma deficiência visual, os esclarecimentos quanto a esses itens são esclarecidos pela Nota Técnica nº. 157/2010/CGNOR/DSST/SIT.
Diversos setores do Hospital do Câncer de Muriaé foram envolvidos para melhor disseminação da normativa e conscientização dos colaboradores, de que esta, é uma ação de prevenção à saúde do próprio profissional, que além do possível contagio, ainda pode levar para casa e disseminar entre seus familiares, micro-organismos que deveriam ficar restritos ao ambiente hospitalar.