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Responsabilidade Socioambiental

25/03/2014 - 11h23m - Atualizado em 22/01/2018 - 08h53m

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Início de ano é um período onde muitos aproveitam para viajar. Já que estamos desfrutando da estação mais esperada do ano, o verão, período que é comumente associado a praia, piscina, férias e atividades ao ar livre. Porém, essa estimada estação possui uma característica que muitos não gostam: as temidas chuvas de verão.
No verão, os dias são mais longos que as noites. A intensa quantidade de radiação solar que é emitida favorece o aumento das temperaturas, da precipitação, da umidade relativa do ar. Durante o dia, essa radiação causa um grande aquecimento, o que contribui com a ocorrência das chuvas de verão que acontecem principalmente no período da tarde e são geralmente acompanhadas de trovoadas, descargas elétricas, rajadas de ventos e até mesmo granizo.

As chuvas de verão acontecem pelo movimento de massas de ar quente que sobem e condensam, ocorrendo principalmente devida diferença de temperatura entre as camadas próximas a atmosfera terrestre. Possuem uma curta duração e abrangem pequenas áreas, porém, são de grande intensidade.

A ocorrência de chuvas nessa estação é de extrema importância para um bom funcionamento da natureza. Com elas há uma melhora na qualidade do ar, as vegetações se mantém vivas e saudáveis, mata-se a sede dos animais e há o abastecimento de rios e lagos. A existência dos poços artesianos, por exemplo, muito utilizado para a obtenção de água potável, depende do abastecimento do aquífero através da água das chuvas de verão. 

No Brasil as estações inverno e verão também possuem outra característica além da temperatura. O inverno é uma estação seca, já o verão é chuvoso. É importante entendermos que as chuvas que caem no final da primavera se estendendo pelo verão são essenciais para a manutenção da biota, pois são essas que abastecem as nascentes, que consequentemente irão suprir os poços artesianos, córregos, rios e lagos, e assim toda a vida existente no país. Porém, as mudanças climáticas que vem ocorrendo no decorrer dos anos, influenciam na frequência com que essas chuvas caem, consequentemente, influenciando no abastecimento dos aquíferos que realizam a manutenção das águas durante todo o ano, gerando o grande problema, já que as chuvas decorrentes das demais estações não conseguem atingir grandes profundidades no solo.

E o que podemos fazer para diminuir as alterações climáticas? Podemos reduzir a emissão de gases que agravam o efeito estufa impedindo o aumento da temperatura do planeta. Ao sermos conscientes na utilização das energias que consumimos, por exemplo, estamos contribuindo com a construção de um futuro melhor para as próximas gerações, e esta é apenas umas das muitas atitudes conscientes e sustentáveis que podemos adotar como prática.






30/03/2011 - 09h55m - Atualizado em 28/09/2011 - 08h18m

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Atrelado ao Programa de Educação Ambiental Permanente o Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella está em processo de implantação do Recicla Mais. Trata-se de um programa de reciclagem/reutilização, que tem por finalidade garantir a destinação ambientalmente adequada dos resíduos, conforme está previsto na lei.
Além disso, o projeto pretende sensibilizar os pacientes e acompanhantes para a separação de resíduos recicláveis e torná-los passíveis de reinserção no ciclo produtivo e diminuir, consequentemente, o volume de resíduos enviado ao aterro controlado.
Para que o objetivo seja alcançado, os acompanhantes são instruídos semanalmente nas reuniões das enfermarias clínicas/cirúrgicas, ambulatório de quimioterapia e "in loco", para a correta segregação de resíduos recicláveis. Na ocasião, eles recebem uma sacola especifica para a coleta e também um folder explicativo. Já os colaboradores do Serviço de Higienização e Limpeza (SHL) recolherão as sacolas periodicamente (assim que atingirem 2/3 do preenchimento) e as encaminharão para o depósito externo de resíduos recicláveis da Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN).






30/03/2011 - 07h58m

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Atualmente é impossível desassociar desenvolvimento da sustentabilidade. E para o Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella esse princípio é fundamental. A Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece a obrigatoriedade de um Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), que na instituição, se encontra implantado desde 2005, obedecendo as demais exigências técnicas previstas na legislação, incluindo a capacitação de colaboradores.
A FCV é uma entidade filantrópica e constitui um Centro de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) prestando assistência integrada neste campo e consequentemente, gerando todas as classes de resíduos previstas na lei, incluindo os radioativos e quimioterápicos.
A questão dos resíduos de Estabelecimentos de Assistência à Saúde é objeto de preocupação pela complexidade do problema que envolve questões éticas e técnicas que impactam diretamente a saúde e o meio ambiente. Por isso, a capacitação dos colaboradores para as diferentes etapas do manejo destes resíduos faz necessária uma Educação Ambiental Permanente (EAP) preparando-os para uma ação e reflexão sensível diante dos riscos ambientais aos quais estão expostos.
A prática dessas ações tornou necessária uma revisão aos treinamentos do PGRSS, que estabeleceu novas diretrizes à gestão: uma capacitação para ideal manejo, redução, reutilização, reciclagem e, por fim a destinação ambientalmente adequada; diferencia resíduos de rejeitos e; estabelece a logística reversa, que modifica toda a ótica de aquisição de insumos, co-responsabilizando gerador e fornecedor.
Para a implantação do PGRSS atualizado foi elaborado um EAP, interdisciplinar, embasado na complexidade e na construção de um "saber ambiental", que inclui todos os colaboradores da instituição, desde seu ingresso até treinamentos setoriais e capacitação de gestores. O programa também é estendido aos acompanhantes de pacientes, através de folders explicativos e reuniões de acolhimento semanais.
O objetivo principal da EAP é preparar para segregação, manejo e destinação de resíduos do Serviço de Higienização e Limpeza (SHL), minimizando riscos e garantindo a saúde do trabalhador.Foram estabelecidas rotinas de inspeção e visitas técnicas setoriais, realizando trocas e disponibilizando lixeiras compatíveis às necessidades dos setores e orientação sobre o descarte. A averiguação de não conformidades no descarte/manejo ou acidentes de trabalho recebem tratamento através de ferramentas da qualidade.
Atrelado ao programa de Educação Ambiental Permanente se encontra o Programa de reciclagem/reutilização, que tem por finalidade firmar diferentes formas de parcerias no município, em outras localidades e Estados, no sentido de garantir a destinação ambientalmente adequada prevista na lei.
O Programa de Educação Ambiental Permanente do Hospital do Câncer de Muriaé (HCM), da FCV, como processo permanece dinâmico, entretanto por estar em todos os processos gera ganhos ambientais visíveis.  A evolução do programa certamente possibilitará a uma ação cidadã crítica entre os colaboradores e a criação de uma relação cada vez mais sustentável com o meio ambiente.

 






29/03/2011 - 10h47m - Atualizado em 05/04/2011 - 07h50m

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O projeto ambiental "Muda da vida" é uma idéia que tem dado muitos frutos. Desde dezembro de 2010 o Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella, implantou uma estratégia de distribuição de mudas e conscientização ambiental. Em parceria com a CBA Mineradora Votorantim Metais de Miraí, todo paciente que recebe alta no tratamento em quimioterapia ganha uma muda de árvore frutífera, doada pela empresa parceira. O objetivo é criar um novo conceito junto aos pacientes ampliando a sensibilização para as questões ambientais, com vista na formação de uma sociedade mais consciente.
Além disso, o programa também integra outra iniciativa, o "Doe palavras". Juntamente com a muda, o paciente recebe uma mensagem de apoio doada por um colaborador do HCM, e esse colaborador, também ganha uma muda. Ou seja, o plantio será em dobro.
Além de colaboradores e pacientes, quem principalmente ganha é o meio ambiente. Desde dezembro até abril deste ano, cerca de 600 mudas já foram distribuídas. E a FCV ainda plantou mais 200 mudas em torno do lago da instituição. Ainda nesse mês o projeto será ampliado com o plantio de árvores nativas no entorno da FCV, como por exemplo, Ipês, Pau Brasil, Sô Brasil, entre outras.
Muito além de conscientizar, apoiar e incentivar, a Fundação Cristiano Varella também se preocupa com a forma em que essa muda será plantada. Juntamente com as sementes há um cartão com orientações sobre a forma adequada do plantio, informações sobre as propriedades nutricionais e medicinais da planta.