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Campanha de vacinação contra a gripe segue até 26 de maio

Professores passaram a fazer parte do público-alvo.

28/04/2017 - 11h45m - Atualizado em 28/04/2017 - 11h54m

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Começou no último dia 17, em todo o país, a 19ª Campanha de Vacinação Contra a Influenza (gripe). A novidade desta edição é que professores, tanto da rede pública quanto particular de ensino passaram a fazer parte do público-alvo da mobilização. A intenção é proteger 54,2 milhões de brasileiros contra a doença ao longo da campanha que segue até o dia 26 de maio. A data de 13 de maio foi reservada para ser realizado o Dia D da conscientização. O slogan adotado pelo Ministério da Saúde para esta campanha é "Vacine-se. Deixe a gripe pra lá". 

O objetivo do Ministério da Saúde para este ano é vacinar 90% desta população, considerada de risco para complicações por gripe. A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. A vacina protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). 

A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação alérgica em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

Público-alvo 
O público-alvo da campanha é formado por pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional. E a partir desse ano, professores das redes pública e privada de ensino. 

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação. Este público deve apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Pacientes Oncológicos
Segundo informações do site do Ministério da Saúde, a pessoa que está em quimioterapia contra algum câncer, logo na primeira sessão, recebe do seu médico a informação de que este tipo de tratamento pode induzir a deficiência do sistema imunológico. Assim, o paciente pode ficar exposto a vírus que já são conhecidos pelo seu organismo ou ter um tempo de resposta imunológica muito longo para responder à infecção de um determinado vírus. Esse é o problema.

No caso de vacinas com vírus vivos atenuados, apesar de o fato destes vírus estarem "atordoados e enfraquecidos", o organismo em quimioterapia pode não ter capacidade suficiente para a produção de anticorpos em tempo hábil. Sendo assim, pacientes em tratamento contra o câncer, que estejam com imunidade baixa, não podem, de forma nenhuma, tomar vacinas com vírus ou bactérias, vivos atenuados. Portanto, o médico oncologista deve continuar sendo consultado antes da vacinação de um paciente em quimioterapia. Já as vacinas de vírus mortos não são capazes de causar mal para a pessoa em tratamento. O sistema imunológico não funcionando bem, pode não ser capaz de criar os desejados anticorpos que a vacinação intenciona e, neste caso, a vacina teria sido tomada em vão.

Logo, quem está em tratamento contra o câncer pode ser vacinado contra a gripe? Como explicado acima, da mesma forma que não coloca o paciente em quimioterapia em risco, ela também pode não contribuir em nada na formação de anticorpos contra o vírus da gripe. Portanto, o mais aconselhável é o paciente consultar seu oncologista sobre se deve ou não se vacinar contra a gripe.
 
Como o vírus da gripe é transmitido
A transmissão dos vírus influenza (gripe) acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). É recomendado pelo Ministério da Saúde a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.  

(Fonte: site Ministério da Saúde)





24/04/2017 - 16h03m - Atualizado em 24/04/2017 - 16h23m

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Com o objetivo de destacar a importância da vigilância e conscientização em prol de reduzir acidentes de trabalho e os riscos à saúde do trabalhador foi realizado nos últimos dias 19 e 20, no Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella, o Movimento Abril Verde. Este tipo de mobilização acontece em todo o país e foi criado em 2014 pelo Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado do Paraná. O símbolo da campanha é o laço verde. A cor verde foi escolhida por estar associada aos cursos relacionados à Saúde.

Este é o segundo ano consecutivo que os colaboradores da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de segurança e Medicina do Trabalho) da Fundação Cristiano Varella realizaram este tipo de seminário na instituição. A primeira edição do evento aconteceu no ano passado. A programação deste ano teve como destaque palestras relacionadas com o tema da campanha - "Construir melhor saúde e vida no trabalho: um direito fundamental".

Uma novidade para a mobilização deste ano foi a participação de Hely Toledo Loque, coordenador do curso de Educação Física do Unifaminas com apresentação da palestra "Atividade Física e Bem Estar".

Durante as atividades também foram abordados os seguintes temas aos colaboradores do Hospital do Câncer de Muriaé: "Imunização Ocupacional" – por Márcia Louise Monteiro de Andrade, técnica de enfermagem do SESMT do HCM/FCV e "Acidente de Trabalho pela Segurança e Saúde no Trabalho" – por Claudete Arêdes de Paula Ferreira, técnica de segurança do trabalho do HCM/FCV. Um número bem expressivo de colaboradores foi registrado nos dois dias do evento.

As palestras ministradas no Auditório do Bloco II do Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella foram apresentadas em duas opções de horários, de 13h30 às 14h30 e também de 15h às 16h.

Por que foi escolhido o mês de Abril

No dia 28 de abril, pessoas de todo o mundo celebram o "Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho". A data foi instituída por iniciativas de sindicatos canadenses e escolhida em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. No Brasil, em maio de 2005, foi promulgada a Lei No. 11.121, criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.

No dia 07 de abril é celebrado o dia Mundial da Saúde, instituída pela Organização Mundial da Saúde, que define: a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. Criada em 1948, a data tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional.







18/04/2017 - 14h47m - Atualizado em 19/04/2017 - 15h15m

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Em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Universidade de São Paulo (USP), o Ministério da Saúde elaborou o Guia Alimentar para a População Brasileira. A publicação apresenta dez passos simples para uma alimentação saudável, além de oferecer sugestões de refeições que respeitam as diferenças regionais e que indicam comidas e bebidas de fácil acesso para os brasileiros.

Confira abaixo as dez recomendações:

1 - Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados.
2 - Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades.
3 - Limite o consumo de alimentos processados.
4 - Evite alimentos ultraprocessados, que são aqueles que sofrem muitas alterações em seu preparo e contêm ingredientes que você não conhece.
5 - Coma regularmente e com atenção. Prefira alimentar-se em lugares tranquilos e limpos e na companhia de outras pessoas.
6 - Faça suas compras em locais que tenham uma grande variedade de alimentos in natura. Quando possível, prefira os alimentos orgânicos e agroecológicos.
7 - Desenvolva suas habilidades culinárias. Coloque a mão na massa, aprenda e compartilhe receitas.
8 - Planeje seu tempo. Distribua as responsabilidades com a alimentação na sua casa. Comer bem é tarefa de todos.
9 - Ao comer fora, prefira locais que façam a comida na hora.
10 - Seja crítico. Existem muitos mitos e publicidade enganosa em torno da alimentação. Avalie as informações que chegam até você e aconselhe seus amigos e familiares a fazerem o mesmo.

O Guia Alimentar para a População Brasileira está disponível online. Para acessá-lo, clique aqui.

Fonte: Portal Nações Unidas





13/04/2017 - 15h46m - Atualizado em 26/04/2017 - 14h36m

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Foi exibido na última quinta-feira (13/04), no Programa Mais Você da Rede Globo de Televisão, da apresentadora Ana Maria Braga, no quadro Geração Y, um aplicativo que recebeu o nome de "wecancer". A ferramenta que serve para aproximar médicos e pacientes no tratamento contra o câncer, recebeu patrocínio do Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella para que se concretizasse. O utilitário foi criado por César Filho, um jovem de 25 anos, de Cataguases. 

O aplicativo que está em fase de testes já teve adesão de mais de 100 pacientes. O software está disponível para ser baixado nas lojas virtuais de aplicativos, como play store e outras, com o nome de "wecancer". A ideia de criar o aplicativo surgiu depois que a mãe de César faleceu por causa de um câncer. O jovem de temperamento inquieto e cheio de vontade de fazer o bem às pessoas, acompanhou de perto o tratamento da mãe durante a doença e isso despertou nele o desejo de criar um espaço para ajudar as pessoas que sofrem com essa doença. 

O recurso tecnológico que poderá ser baixado em celulares pelo paciente vai servir para informar em tempo real ao médico os sintomas sentidos durante o tratamento. Algumas das funcionalidades do aplicativo são: registro diário dos efeitos sentidos, o paciente pode compreender melhor seus próprios sintomas e também fornece dados confiáveis para que os médicos possam entender melhor sobre o quadro do paciente. A proposta a partir de agora é que a ferramenta seja conhecida pela maior quantidade possível de pessoas para que possa amenizar o desconforto dos pacientes que fazem tratamento oncológico.

Clique aqui e veja a matéria no Programa Mais Você

Clique aqui e veja a matéria no Quadro MGTEC do Programa MGTV Primeira Edição






11/04/2017 - 10h52m - Atualizado em 12/04/2017 - 13h20m

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Com o objetivo de aprimorar e ampliar conhecimentos, além de troca de experiências profissionais foi realizado nos últimos dias 7 e 8, o I Congresso Mineiro de Fisioterapia em Cancerologia e III Encontro de Fisioterapia em Oncologia do Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella. O evento teve início às 17h30 desta sexta-feira e terminou por volta de 18h do dia seguinte. O encontro aconteceu no auditório do Memorial da Fundação Cristiano Varella e reuniu acadêmicos da área, aprimorandos do curso de Fisioterapia Oncológica ministrado no Hospital do Câncer de Muriaé, além de especialistas e autoridades do setor. A iniciativa que contou com uma diversificada programação desde pré-cursos a palestras, conferências e uma mesa-redonda, adotou como tema central "Reabilitar para Vida".

O evento foi realizado pelo blog Fisioterapia em Oncologia.net, Sociedade Brasileira de Fisioterapia em Cancerologia e Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella com o apoio institucional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, Sociedade Brasileira de Radioterapia e do Conselho Regional de Fisioterapia de Minas Gerais. Também contou o patrocínio das seguintes empresas Dilfarm, Alexandrebook, Unifaminas, Venosan, Crefito, Dry man, Órteses e Próteses, Hotel e Restaurante Premium Plaza, Casa da Vila, Restaurante e Lanchonete Kí Delícia e Via Ensino.

Na abertura do Congresso, os médicos Bruno Licy, gerente médico e Gustavo Fabene, diretor clínico, ambos do Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella, trouxeram um panorama da importância da equipe multiprofissional no tratamento oncológico, diante da preocupação cada vez maior da instituição oferecer uma melhor qualidade de vida aos pacientes durante e após o diagnóstico.

O primeiro dia de palestra foi contemplado com a presença de vários autores de livros e artigos da área. Uma das presenças mais requisitadas foi a da Dra. Anke Bergan, pesquisadora na área de Epidemiologia do INCA, assim como Dra. Carla Elaine Laurienzo, fisioterapeuta e pesquisadora do Hospital do Câncer de Barretos e Dr. Anderson Luís Coelho, presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 4ª Região. 
No segundo dia, o presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 4ª Região, Dr. Anderson Luís Coelho aproveitou a oportunidade para parabenizar o Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella e a Dra. Flávia Vital pela realização do evento.

Destacamos a palestra intitulada de "Reabilitação física em oncologia pediátrica", da fisioterapeuta Mestre Liliana Yu Tsai, que emocionou a todos. A fisioterapeuta Mestre Érika Fabro, Chefe do Serviço de Fisioterapia em Mastologia do Hospital do Câncer III-INCA abordou os prognósticos na fisioterapia da doença metastática. Ela ressaltou que infelizmente ainda é muito comum acontecer diagnóstico mais tardio de alguns tipos de câncer. A representante do Hospital Erasto Gaertner do Paraná, Mestre Juliana Carvalho Schleder, apresentou relatos importantes do uso do ômega 3 como coadjuvante importante no tratamento oncológico.

O evento também contou com a presença de outros fisioterapeutas como: Alessandra Busse, Flávia Massa Cipriani, Roberto Martins de Andrade, Otto Meschwitz Costa, Tatiane Cardoso, Rhayssa Santos e o médico paliativista Fabrício Resende. 

Ao final, foi formada uma mesa redonda para debater a "Fisioterapia em UTI Oncológica". Esta ação foi presidida por Ivan Lepori, Fisioterapeuta do Hospital São Paulo e da Casa de Caridade Leopoldinense e contou também com a participação do médico Daniel Lycy e dos fisioterapeutas Débora de Almeida Silva Faria, Carlos Francisco Fontaine Scaramuzzi Junior, Benelize Milani e Josiele da Silva Horácio.

O livreiro Alexandrebook realizou durante o evento o pré-lançamento do primeiro livro nacional de Fisioterapia em Oncologia, batizado de "Protocolos Assistenciais" de autoria da Dra. Flávia Vital.
O congresso contou com a presença de cerca de fisioterapeutas de 24 cidades, inclusive de profissionais de outros estados como, Paraná, Rio de Janeiro, entre outros. 

Durante o evento aconteceram sorteios de brindes para os participantes que chegassem cinco minutos antes do início das atividades com o objetivo de incentivar a pontualidade dos inscritos e descontrair o ambiente. 

O encontro ofereceu oportunidade aos participantes de inscreverem trabalhos de iniciação científica e no encerramento do evento foram escolhidos para receberem premiação as três melhores pesquisas. Priscila Almeida Barbosa, do Programa de Pós graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Juiz de Fora- MG, levou o primeiro lugar com o tema "Fatores associados à qualidade de vida em mulheres com câncer de mama pós intervenção cirúrgica de câncer de mama na cidade de Juiz de Fora/Minas Gerais". O segundo lugar foi para Rhayssa Espósito Santos Campos, do Hospital do Câncer de Muriaé, que produziu trabalho baseado no assunto "Eficiência da reabilitação do ombro na linfadenectomia pós mastectomia". Já o terceiro lugar ficom com Fernanda Aparecida Verner, do Hospital Erasto Gaertner, com a pesquisa "ENS VIF é eficaz para redução da dor oncológica".







10/04/2017 - 15h00m - Atualizado em 12/04/2017 - 13h21m

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O Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella conquistou mais duas premiações. Pelo quinto ano consecutivo a instituição alcançou o prêmio Top Quality, só que, desta vez subiu mais um degrau, sendo contemplada com a versão "Rubi Special". E junto com este título também foi agraciada com o prêmio "Sustentabilidade", pela quarta vez consecutiva. 

O reconhecimento, em forma de troféus, foi oficialmente repassado aos representantes da Fundação Cristiano Varella na noite desta sexta-feira (07), na cidade de Juiz de Fora. 

O "Top Quality" analisa a implantação e o funcionamento do "Programa 5S" dentro da empresa. Entre os dias 13 a 15 de março deste ano, o Hospital recebeu os auditores da MFC Consultoria. Nesse período todos os setores do Hospital passaram por um último julgamento. E o resultado não podia ter sido melhor, os avaliadores ficaram satisfeitos com o que viram, ficando evidenciado o comprometimento dos colaboradores com a filosofia do programa.

De acordo com Maurício Cavalcanti, responsável pela empresa auditora, "foi possível perceber o alto comprometimento da equipe para atingir seus objetivos e metas", durante o período de avaliação.  Ele disse que alcançar esse tipo de premiação não é algo fácil, "é preciso atingir uma pontuação muito alta", revelou Cavalcanti. Para conquistar o "Rubi Special", O Hospital do Câncer de Muriaé alcançou um percentual de 97,36 de pontos ao ser avaliado, conforme explicaram os colaboradores do setor de Gestão da Qualidade.

Já o título de "Sustentabilidade" foi outra premiação importante mantida pela instituição. Para isso, o Hospital foi analisado nos requisitos sócio cultural, ambiental e econômico. 

Segundo Dulce Silvestre, gerente de qualidade do Hospital do Câncer de Muriaé, o prêmio Rubi Special retrata o trabalho e a dedicação de equipes e pessoas. "Quando falamos de 5S, falamos de mudança de comportamento, de autodisciplina, de socialização do conhecimento, por isso a conquista pessoal e de times", disse Dulce. 

De acordo com Sérgio Henriques, diretor administrativo da instituição, para o Hospital do Câncer de Muriaé, esta conquista representa a evolução de uma prática iniciada em 2012 em parceria com a MFC Consultoria. "Estamos cada vez melhores, nosso nível de exigência aumenta a cada ciclo de auditorias e hoje podemos contar uma maturidade ímpar", afirmou Sérgio.   

Os troféus foram recebidos por colaboradores do Hospital do Câncer de Muriaé em uma solenidade especial, ocasião em que eles também tiveram a oportunidade de se divertir e participarem de uma animada festa. 

O que é o Programa 5S

Etapa inicial e base para implantação da qualidade total, a metodologia 5S é assim chamada devido à primeira letra de 5 palavras japonesas: Seiri (Utilização), Seiton (arrumação), Seiso (limpeza), Shitsuke (Disciplina) Seiketsu (higiene).
O programa tem como objetivo mobilizar, motivar e conscientizar toda a empresa para a Qualidade Total, através da organização e da disciplina no local de trabalho.







Dia 08 de Abril - Dia Mundial do Combate ao Câncer

Câncer, é preciso entender para prevenir e combater a doença.

07/04/2017 - 13h36m - Atualizado em 07/04/2017 - 14h34m

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No dia 8 de abril acontece o Dia Mundial do Combate ao Câncer, uma data que tem como objetivo chamar a atenção de líderes políticos e de toda a sociedade em geral para o crescimento dos índices da doença, que, segundo o IBGE, vem crescendo continuamente nas duas últimas décadas. Veja o vídeo clicando neste link

O câncer, também chamado de neoplasia, é um conjunto de mais de 100 doenças que se caracterizam pelo crescimento desordenado das células. Tais células se dividem muito rapidamente, invadindo tecidos e órgãos e formando tumores que podem se espalhar (metástase) para outras regiões do corpo. O câncer tem causas variadas, podendo surgir de fatores externos, como o ambiente em que a pessoa vive ou hábitos e costumes presentes em nosso dia a dia; ou também por fatores internos, que na maioria das vezes estão geneticamente predeterminados.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, cerca de 80% a 90% de todos os casos da doença estão associados a fatores externos, sendo alguns deles bem conhecidos como o tabagismo, exposição excessiva ao sol, vírus que podem causar leucemia, hábitos alimentares, alcoolismo, hábitos sexuais, medicamentos e fatores ocupacionais.

Os vários tipos de câncer correspondem aos diferentes tipos de células que temos em nosso organismo. Por exemplo, se o câncer se inicia nos tecidos epiteliais, como pele e mucosas, ele é chamado de carcinoma. Se ele começa em tecidos conjuntivos, como músculos, ossos ou cartilagens, ele é chamado de sarcoma, e assim por diante. O que diferencia os diversos tipos de câncer é a velocidade com que as células se multiplicam e sua capacidade de invadir tecidos e órgãos.

Especialistas creem que alguns fatores de risco são os causadores de alguns tipos de tumores malignos, sendo o principal fator o tabagismo, seguido de consumo de bebidas alcoólicas e de gorduras de origem animal, dieta pobre em fibras, vida sedentária e obesidade.
O envelhecimento traz mudanças nas células que aumentam a sua suscetibilidade à transformação maligna. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica em parte o porquê de o câncer ser mais frequente nesses indivíduos.
 Diante disso, a melhor forma de se prevenir do câncer é parar de fumar; ter uma alimentação saudável com maior consumo de frutas, verduras, legumes e cereais, diminuir o consumo de alimentos gordurosos; evitar ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas; praticar atividades físicas regularmente; evitar a exposição prolongada ao sol; e fazer exames regulares, pois isso ajuda na detecção precoce de um eventual câncer.

O tratamento do câncer pode ser feito através de quimioterapia, na qual são utilizados vários medicamentos para combater o tumor; radioterapia, na qual se utilizam radiações para destruir o tumor ou impedir que suas células continuem se dividindo; ou transplante de medula óssea, indicado para algumas doenças malignas que afetam as células do sangue.

O Hospital do Câncer de Muriaé da Fundação Cristiano Varella atua na prevenção e diagnóstico precoce do câncer através de seu projeto de Campanha Móvel de Diagnóstico Precoce e Combate ao Câncer que percorre as cidades mineiras, além da cidade de Muriaé; investe continuamente no parque tecnológico adquirindo aparelhos de diagnóstico por imagem a fim de rastrear e identificar cada vez melhor e em menor espaço de tempo os tumores malignos, como também está capacitado para realizar todo os tipos de cirurgias e tratamentos pós cirúrgicos que se fizerem necessários à recuperação, cura e reabilitação dos pacientes aqui recebidos.
Abaixo seguem dicas comprovadamente eficazes para a prevenção de neoplasias que, se não puderem evitar o desenvolvimento, fazem com que o diagnóstico precoce aumente sua chance de cura: 

- Não fume! Essa é a regra mais importante para prevenir o câncer, principalmente os de pulmão, boca, laringe, faringe e esôfago. Ao fumar, são liberadas no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas que são inaladas por fumantes e não fumantes. Parar de fumar e de poluir o ambiente fechado é fundamental para a prevenção do câncer.

- Alimentação saudável protege contra o câncer. Deve ser variada, equilibrada, saborosa, respeitar a cultura e proporcionar prazer e saúde. Frutas, legumes, verduras, cereais integrais e feijões são os principais alimentos protetores. Comer esses alimentos diariamente pode evitar o desenvolvimento de câncer. O aleitamento materno é a primeira alimentação saudável. A amamentação exclusiva até os seis meses de vida protege as mães contra o câncer de mama e as crianças contra a obesidade infantil.

- Pratique atividades físicas como parte da rotina diária. A atividade física consiste na iniciativa de se movimentar, de acordo com a rotina de cada um. Você pode, por exemplo, caminhar, dançar, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar da casa ou do jardim.

- Estar acima do peso aumenta as chances de uma pessoa desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e manter-se ativo.

- As mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer o exame preventivo ginecológico a cada três anos. Tão importante quanto fazer o exame é saber o resultado e seguir as orientações médicas.
As mulheres com 40 anos ou mais devem se submeter ao exame clínico das mamas anualmente. Aquelas que estiverem entre 50 e 69 anos devem ainda realizar a mamografia a cada dois anos. Em caso de alterações suspeitas nas mamas, a mulher precisa procurar um médico.

- Os homens devem vencer os preconceitos e realizarem o exame preventivo Prostático, o mesmo está indicado para todos indivíduos a partir de 45 anos e em casos de histórico familiar favorável para desenvolvimento desta neoplasia a partir de 40 anos ou mesmos, a depender da idade de acometimento do familiar direto (5 anos mais precoce que o pai, irmão ou avô acometido).  

- Evite a ingestão de bebidas alcoólicas. Seu consumo, em qualquer quantidade, aumenta o risco de desenvolver câncer.

- Evite exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios. Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

- Alguns tipos de vírus, bactérias e parasitas associados a infecções crônicas estão presentes no processo de desenvolvimento do câncer, com destaque para o papilomavírus humano (HPV). A vacinação da população alvo e o uso de preservativos pode contribuir na prevenção da infecção pelo HPV, associada ao câncer do colo do útero, pênis, ânus, orofaringe e boca.






07/04/2017 - 07h09m - Atualizado em 07/04/2017 - 07h16m

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Para o Dia Mundial da Saúde de 2017, lembrado em 7 de abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) deu início a uma campanha sobre depressão, transtorno que pode afetar pessoas de qualquer idade em qualquer etapa da vida.

Com o lema "Let’s talk" ("Vamos conversar", em português), a iniciativa reforça que existem formas de prevenir a depressão e também de tratá-la, considerando que ela pode levar a graves consequências.
Conversar abertamente sobre depressão é o primeiro passo para entender melhor o assunto e reduzir o estigma associado a ele. Assim, cada vez mais pessoas poderão procurar ajuda.

PRINCIPAIS FATOS
A depressão é um transtorno mental frequente. Globalmente, estima-se que 350 milhões de pessoas de todas as idades sofrem com esse transtorno.
Depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e contribui de forma muito importante para a carga global de doenças. Mais mulheres são afetadas pela depressão que homens. Existem vários tratamentos eficazes para a doença.
A condição é diferente das flutuações usuais de humor e das respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou grave, a depressão pode se tornar uma séria condição de saúde.
Ela pode causar à pessoa afetada um grande sofrimento e disfunção no trabalho, na escola ou no meio familiar. Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio. Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano — sendo a segunda principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos.
Embora existam tratamentos eficazes conhecidos para depressão, menos da metade dos afetados no mundo (em muitos países, menos de 10%) recebe tais tratamentos. Os obstáculos ao tratamento eficaz incluem a falta de recursos, a falta de profissionais treinados e o estigma social associado aos transtornos mentais.
Outra barreira ao atendimento eficaz é a avaliação imprecisa. Em países de todos os níveis de renda, pessoas com depressão frequentemente não são diagnosticadas corretamente e outras que não têm o transtorno são muitas vezes diagnosticadas de forma inadequada.
A carga da depressão e de outras condições de saúde mental está em ascensão no mundo. Uma resolução da Assembleia Mundial da Saúde aprovada em maio de 2013 exigiu uma resposta abrangente e coordenada aos transtornos mentais em nível nacional.

TIPOS E SINTOMAS
Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global. Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas.
Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania. Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.
O transtorno depressivo recorrente envolve repetidos episódios depressivos. Durante esses períodos, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.
Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimento de culpa ou baixa autoestima e falta de concentração.
Já o transtorno afetivo bipolar consiste na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal. Episódios de mania envolvem humor exaltado ou irritado, excesso de atividades, pressão de fala, autoestima inflada e uma menor necessidade de sono, além da aceleração do pensamento.
A depressão resulta de uma complexa interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Pessoas que passaram por eventos adversos durante a vida (desemprego, luto, trauma psicológico) são mais propensas a desenvolver depressão. A depressão pode, por sua vez, levar a mais estresse e disfunção e piorar a situação de vida da pessoa afetada e o transtorno em si.
Há relação entre a depressão e a saúde física; por exemplo, doenças cardiovasculares podem levar à depressão e vice e versa.
Está demonstrado que os programas de prevenção reduzem a incidência da depressão. Entre as estratégias comunitárias eficazes para prevenir essa condição, estão os programas escolares que promovem um modelo de pensamento positivo entre crianças e adolescentes.
Intervenções direcionadas aos pais de crianças com problemas comportamentais podem reduzir os sintomas depressivos dos pais e melhorar os resultados de seus filhos. Os programas de exercício para pessoas idosas também podem ser eficazes para prevenir a depressão.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Existem tratamentos eficazes para depressão moderada e grave. Profissionais de saúde podem oferecer tratamentos psicológicos, como ativação comportamental, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia interpessoal ou medicamentos antidepressivos.
Os provedores de saúde devem ter em mente a possibilidade de efeitos adversos associados aos antidepressivos, a possibilidade de oferecer outro tipo de intervenção (por disponibilidade de conhecimentos técnicos ou do tratamento em questão) e preferências individuais.
Entre os diferentes tratamentos psicológicos a serem considerados estão os individuais ou em grupo, realizados por profissionais ou terapeutas leigos supervisionados.
Os tratamentos psicossociais também são efetivos para depressão leve. Os antidepressivos podem ser eficazes no caso de depressão moderada-grave, mas esses medicamentos não são a primeira linha de tratamento para os casos mais brandos, não devem ser usados para tratar depressão em crianças e tampouco são a primeira linha de tratamento para adolescentes. É preciso utilizá-los com cautela.

RESPOSTA DA OMS
A depressão é uma das condições prioritárias cobertas pelo Mental Health Gap Action Programme (mhGAP) da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O programa visa a ajudar os países a aumentar os serviços prestados às pessoas com transtornos mentais, neurológicos e de uso de substâncias, por meio de cuidados providos por profissionais de saúde que não são especialistas em saúde mental.
A iniciativa defende que, com cuidados adequados, assistência psicossocial e medicação, dezenas de milhões de pessoas com transtornos mentais, incluindo depressão, poderiam começar a levar uma vida normal — mesmo quando os recursos são escassos.

Fonte: Organização Mundial da Saúde